IMG_C4BAC73A6C44-1.jpeg

PLANEJAMENTO FINANCEIRO SUCESSÓRIO COLABORATIVO

O que é?

O Planejamento Financeiro Sucessório Colaborativo é o resultado da união de três metodologias distintas (Planejamento das Finanças Pessoais, Planejamento Sucessório Tradicional e Práticas Colaborativas) com o intuito de auxiliar toda a família a se preparar para o evento óbito do patriarca/matriarca, de modo a tornar a passagem patrimonial o menos desgastante possível.

Através da atuação de uma equipe multidisciplinar, a técnica extrajudicial tem como intuito otimizar a redistribuição patrimonial dos envolvidos de forma a, ao máximo possível, abarcar os interesses e anseios do proprietário dos bens e obrigações a serem herdadas com o grupo familiar. 

Como funciona?

O Planejamento Financeiro Sucessório Colaborativo é dividido em etapas: 

- Coleta de dados patrimoniais e informações dos familiares;

- Alinhamento dos interesses;

- Planejamento da sucessão;

- Elaboração e execução dos instrumentos pertinentes.

Cada etapa pode contar com um ou mais parceiros profissionais, de modo a trazer para o cenário familiar uma visão multidisciplinar e ampla dos principais aspectos envolvendo os clientes (estudos dos ativos e passivos; receitas e despesas; liquidez; anseios e medos; expectativas e interesses).

Por que optar pelo planejamento colaborativo?

Seja por conflitos de visões, seja por desconhecimento do que efetivamente trará um real benefício econômico/emocional ao contemplado, a falta de convergência dos interesses entre o titular do patrimônio, os herdeiros necessários e outros parentes ou amigos queridos é um dos maiores obstáculos à plena aceitação do planejamento sucessório tradicional.

A partir do momento em que a única oitiva realizada é a do titular do patrimônio (com algumas exceções, o cônjuge é co-participante do planejamento sucessório estudado), a narrativa da vida familiar é unilateral, criando, desta forma, um cenário estrito ao operador do direito - principal especialista a trabalhar com a ferramenta em comento - que nem sempre corresponde ao cenário fático que surge no momento post mortem

 

Consequentemente, a pauta subjetiva base da família em foco não é devidamente estudada pelos profissionais, gerando distribuições objetivas do patrimônio de forma diversa do que contemplaria, no íntimo, aqueles beneficiários.

Para além disso, a falta de liquidez é um dos maiores entraves para finalização de processos de inventário. No cenário preventivo, alem das tratativas acerca da distribuição dos bens, é possível o estudo personalizado e especifico para a família superar o momento do falecimento com condições financeiras para concretizarem a transfêrencia dos bens.